
Ela se encontrava ali sentada no meio da sala, junto ao um cinzeiro lotado de guimbas de cigarro, uma garrafa de vinho pela metade e um leve pilequinho que a fazia ficar com um rubro encantador na face. Era uma noite de primavera, e a brisa fresquinha invadia a sala propiciando agradáveis conversas que invadiam as horas da noite.
Era ela e ele.
Ela não acreditava na cena que via, era como se ele tivesse saído dos seus sonhos e estivesse ali, materializado, sentado no chão da sua sala, fazendo-a rir,
Mal ele sabia que o riso tão feliz que brotava no rosto dela, não era pelas histórias mirabolantes que ele contava apenas para impressionar, era simplesmente por que ela amava-o de uma forma tão infantil, tão pura que não acreditava que pudesse ser feliz com tão pouco.
Ela olhava pra ele, querendo despi-lo, não as suas roupas, mas a sua alma desvendando os seus segredos mais íntimos, seus medos e suas inseguranças.
Era como se a cada taça que esvaziasse houvesse um brinde e o pedido fosse o mesmo para todos, aquela noite não podia terminar.
Era um amor de infância, um amor infantil, um amor platônico.
Ela sempre o amou em silêncio, e ele sempre a protegeu. A tratava como uma flor delicada, daquelas que se colocam no cabelo para enfeitar, nunca percebeu que ela havia desabrochado, e como ficava majestosa quando estava ao seu lado.
Pegaram umas fotografias antigas, relembraram momentos, sentimentos, brigas,...., e até o primeiro beijo. O coração dela disparou, não só lembrou, mas como também sentiu o toque dos lábios cada vez mais perto. Ela não sabe quantos segundos ficou ali,de olhos fechados e sonhando com o beijo, mas quando abriu os olhos quase num rompante o viu parado na janela, ele olhou para o relógio, ela sentiu um aperto no peito. Escutou o barulho do molho das chaves, e sua voz grossa dizendo que já era tarde e que era melhor ele ir.
Ela quase num ímpeto levantou bruscamente do chão, pensou em segurar as suas mãos, impedi-lo de ir embora mais vez, mas a sua coragem a traiu. Ela levantou como uma boa anfitriã e respeitosamente beijou a sua face.
A porta bateu, ele se foi, mais uma vez.
Terminou a sua garrafa de vinho sozinha, fumou mais uns três cigarros e cuidadosamente guardou as fotografias.
Quem sabe um dia...
Era ela e ele.
Ela não acreditava na cena que via, era como se ele tivesse saído dos seus sonhos e estivesse ali, materializado, sentado no chão da sua sala, fazendo-a rir,
Mal ele sabia que o riso tão feliz que brotava no rosto dela, não era pelas histórias mirabolantes que ele contava apenas para impressionar, era simplesmente por que ela amava-o de uma forma tão infantil, tão pura que não acreditava que pudesse ser feliz com tão pouco.
Ela olhava pra ele, querendo despi-lo, não as suas roupas, mas a sua alma desvendando os seus segredos mais íntimos, seus medos e suas inseguranças.
Era como se a cada taça que esvaziasse houvesse um brinde e o pedido fosse o mesmo para todos, aquela noite não podia terminar.
Era um amor de infância, um amor infantil, um amor platônico.
Ela sempre o amou em silêncio, e ele sempre a protegeu. A tratava como uma flor delicada, daquelas que se colocam no cabelo para enfeitar, nunca percebeu que ela havia desabrochado, e como ficava majestosa quando estava ao seu lado.
Pegaram umas fotografias antigas, relembraram momentos, sentimentos, brigas,...., e até o primeiro beijo. O coração dela disparou, não só lembrou, mas como também sentiu o toque dos lábios cada vez mais perto. Ela não sabe quantos segundos ficou ali,de olhos fechados e sonhando com o beijo, mas quando abriu os olhos quase num rompante o viu parado na janela, ele olhou para o relógio, ela sentiu um aperto no peito. Escutou o barulho do molho das chaves, e sua voz grossa dizendo que já era tarde e que era melhor ele ir.
Ela quase num ímpeto levantou bruscamente do chão, pensou em segurar as suas mãos, impedi-lo de ir embora mais vez, mas a sua coragem a traiu. Ela levantou como uma boa anfitriã e respeitosamente beijou a sua face.
A porta bateu, ele se foi, mais uma vez.
Terminou a sua garrafa de vinho sozinha, fumou mais uns três cigarros e cuidadosamente guardou as fotografias.
Quem sabe um dia...
(escrito por Bruna Lugarinho)
Você tem que mudar de profissão kakaka
ResponderExcluirlindo, minha amiga... visualizei as cenas, senti o que ela sentiu, o q vc sentiu... muito bonito. =)
ResponderExcluiroi lindinha, vi seu blog no twitter..
ResponderExcluiradorei.. lindo o seu jardim
vejo q está cuidando para q as borboletas venham
bjinhus, flores e borboletas
t seguindo
Lelli
é, bruninha, lindo mesmo!!!
ResponderExcluirfui ficando sem ar ao ler...
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirIrmãzinha mais amada!! Adorei o texto!! Te amo!! Bjs
ResponderExcluirBah Bruna!!!
ResponderExcluirEsse cara não se tocou?? Putz que mané... kkkkk
Adorei querida!!!
Mais uma vez fiquei com gosto de quero mais!!!
Beijos!!!